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Experimentação Criativa

Atualizado: 25 de Out de 2019

“É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer.” Aristóteles



A experimentação é uma forma de alinhar a escola ao mundo para além de seus muros. E, nos dias de hoje, experimentar pode ser traduzido em prototipar – processo de levantar hipóteses, planejar, experimentar, criar protótipos, analisar o resultado e ajustá-lo. O protótipo é um modelo ou molde que serve para futuras produções e é parte essencial do projeto, onde são realizados testes práticos com o produto.


Muitas são as vantagens da prototipagem na educação. Podemos olhar para objetos e máquinas e saber como elas funcionam, por exemplo. É importante olharmos para a “alfabetização tecnológica” como parte fundamental do processo educacional.


Muitos estudantes encontram certa dificuldade em associar a teoria à prática, uma vez que, em alguns casos, essa teoria pode estar disponível de forma complexa, e é aí que a experimentação pode ajudar. Botar a mão na massa durante a aula é um recurso para dar novo significado ao processo de aprendizagem. Fazendo experiências e criando protótipos o aluno experimenta o conteúdo e passa a conseguir estabelecer uma relação entre teoria e prática. Experiências sensoriais, por exemplo, são uma oportunidade de criar um grande campo de aprendizagem nas salas de aula.


Existe uma razão clara para que a prototipagem não seja chamada de projeto final. Antes de finalizar, precisamos experimentar para entender tudo o que pode dar errado. Ou seja, o erro passa a ser parte do processo de prototipagem, fazendo com que o estudante aprenda a lidar com ele. Tornar o erro parte do processo de aprendizagem faz com que os alunos se tornem mais persistentes, e lidem melhor com as frustrações, afinal, muitas invenções incríveis vieram de falhas em testes como o chiclete e o brownie.


Esse aspecto é um diferencial muito grande no ambiente educacional, pois mostramos ao estudante que errar faz parte do processo de aprendizagem e que todas as ideias têm valor.

Na Experimentação Criativa o erro se transforma em tentativa e é incorporado ao processo de forma que se alcancem melhores resultados testando, corrigindo e aperfeiçoando.

Sendo assim, a experimentação criativa em sala de aula, estruturada em bases pedagógicas bem definidas, aguça a curiosidade, provoca discussão, debate a elaboração de hipóteseses, exercita reflexão e espírito crítico. Possibilita também o conhecimento de métodos e de técnicas de investigação e análise de dados, expõe os erros e suas causas, e mostra uma ciência “mais humana”, facilitando a compreensão de conceitos, leis e teorias, facilitando o reconhecimento da conexão entre ciência e tecnologia, tornando-as próximas do mundo real.


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